O nosso método passo a passo
Cada modelo, antes de virar gráfico, passa por várias camadas de debate. O método começa pela definição do que analisar, inclui etapas de teste e termina sempre com validação crítica — nunca com respostas automáticas.
Duvidar antes de aceitar
Revisão crítica dos resultados
Os resultados são discutidos em equipa, focando limitações e pontos cegos. Preferimos expor as margens de erro a apresentar conclusões fechadas. Afinal, é na dúvida que se constrói a análise crítica.
Etapas do processo metodológico
Definição e recolha de dados
Definimos o objetivo central, delimitamos o âmbito do problema e selecionamos fontes de dados que respondam à realidade portuguesa. Questionamos sempre: estamos a perguntar o que realmente interessa?
Delimitação do objetivo
Seleção de dados apropriada
Fontes de dados avaliadas quanto à relevância local.
Construção e ajuste dos modelos
Ajuste do modelo
Modelos ajustados ao contexto português e à dinâmica dos mercados.
Verificação dos pressupostos
Validação e debate dos resultados
Executamos testes de causalidade, análise de sensibilidade e validação cruzada dos resultados. Discutimos abertamente os pontos cegos e as limitações que emergem.
Testes de causalidade
Testes de causalidade realizados para reforçar conclusões.
Exposição das limitações
Discussão transparente sobre limitações e zonas de incerteza.
Adaptação e revisão final
Adaptamos recomendações e interpretações ao contexto nacional, incorporando feedback e promovendo debate crítico com especialistas e leitores. O processo termina com uma revisão aberta — sempre prontos a rever conclusões se os dados assim o exigirem.
Adaptação local
Recomendações ajustadas ao contexto português.
Revisão aberta
Revisão contínua e debate aberto entre especialistas.
Como aplicamos a metodologia
Os modelos multivariados, como GARCH ou VAR estendidos, permitem captar efeitos de transmissão de volatilidade entre mercados. O processo começa pela seleção criteriosa de dados, avança para testes de causalidade e culmina numa validação aberta das limitações dos modelos. A análise não se encerra em gráficos — cada resultado é confrontado com diferentes interpretações e cenários, promovendo debate crítico em vez de certezas absolutas.
Seleção de dados e definição do objetivo
Construção e teste dos modelos
Validação crítica e adaptação
Os resultados nunca são finais sem debate. Reunimos especialistas para discutir as limitações, confrontar interpretações alternativas e adaptar recomendações ao contexto português, promovendo sempre transparência.
O que distingue a nossa abordagem
Ao comparar com métodos convencionais, o nosso processo multivariado permite captar ligações dinâmicas e avaliar o impacto de choques de forma mais flexível, especialmente ajustado à realidade portuguesa.
| Principais características | Uedmausaelsora | Modelação VAR clássica | Abordagens univariadas |
|---|---|---|---|
| Abordagem de análise | Multivariada | Foco em médias | Foco apenas num ativo |
| Cobertura de relações entre mercados | Captura dinâmicas cruzadas | Capta ligações lineares | Resultados mais restritos |
| Flexibilidade perante choques | Sensível a choques | Dificuldade em captar não linearidades | Pouca sensibilidade a choques externos |
| Adaptação ao contexto português | Ajuste dedicado | Menos adaptação a dados locais | Limitações em adaptação |
| Rigor na validação dos resultados | Revisão crítica | Validação limitada | Validação pontual |